Fim das Sacolinhas: Coordenador do PROCON de Jundiaí integra grupo de trabalho de Marília

| 9 de junho de 2011 | Comentários (2) | Visualizações (1.424)

Giaretta participou da reunião que definiu as etapas da implantação em Marília. (Divulgação)

A experiência de Jundiaí na adoção de medida para proteger o meio ambiente por meio da extinção das sacolinhas plásticas nos supermercados continua não só repercutindo em todo o País e servindo de modelo para as cidades que, antecipando-se à lei, estão implantando o mesmo formato de ação, como também exportando conhecimento. Depois de participar, no dia 2 de junho, de uma reunião de estudos em Marília, interior do Estado, o coordenador do PROCON de Jundiaí, Antonio Augusto Giaretta, foi convidado a integrar o grupo de trabalho criado para implantar o fim das sacolinhas nos supermercados daquela cidade.

Giaretta havia sido convidado pelo presidente da Associação Comercial Empresarial e Industrial de Marília, Sérgio Lopes Sobrinho, para participar de encontro em que também estiveram presentes o procurador federal Jeferson Aparecido Dias; o secretário de Meio Ambiente de Marília, Mário César Vieira; o supervisor do PROCON, Guilherme Moraes; o representante da CNBB, Otávio Augusto; e o vice-presidente da Associação Paulista de Supermercados Regional-Marília (APAS), Eduardo Kawakami. Na oportunidade, foram discutidos detalhes técnicos da implantação de ação semelhante ao que ocorreu em Jundiaí para substituição das sacolinhas plásticas por modelo biodegradável. “A reunião foi muito positiva e nossa contribuição foi determinante para alavancar todo o processo, tanto que saímos de lá com uma data definida de implantação, que é o dia 12 de outubro de 2011”, informa Giaretta.

Mais do que contribuir com sua experiência, Jundiaí entra para a história de Marília nesse processo de conscientização ambiental, pois Giaretta foi convidado para fazer parte do grupo como membro efetivo, para auxiliar como uma espécie de consultor na implantação das medidas. “Para nós foi uma surpresa e será uma honra contribuir com as informações de que dispomos, pois mostra que Jundiaí escolheu o caminho certo e está avançada nesse tema que hoje envolve todo o território nacional”, diz o coordenador do PROCON jundiaiense.

Desde a data de implantação da medida, 30 de agosto de 2010, até agora, o meio ambiente jundiaiense ficou livre de 720 toneladas de sacolas plásticas oriundas do petróleo, ou seja, 80 toneladas/mês e das 22 milhões de sacolas que eram distribuídas pelos supermercados antes do projeto, aproximadamente 1 milhão de sacolas biodegradáveis que não atacam a natureza são comercializadas, o que representa menos que 5% do volume que era utilizado anteriormente.

Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Jundiaí.


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Categoria: Notícias

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Comentários (2)

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  1. Jair/SP disse:

    Onde podemos DENUNCIAR O PROCON por não estar defendendo os direitos do consumidor corretamente, o fim das sacolinhas é uma questão ambiental o Procon tem que defender a o consumidor sobre a questão economica a população a pagar R$ 0,19 por sacolinha para resolver o problema dos lixões é no minimo uma piada. A APAS(Carrefour, Extra, Wall-Mart e outros) estão mais preocupados com os lucros do que com o meio ambiente, com certeza a ajuda do Procon está dando dinheiro para alguém(s) desta honrada entidade defensora dos Supermecados ooopppsss digo do consumidor,rsrsrsrs

  2. Marlene/SP disse:

    Também acho um absurdo a cobrança de 0,19 por uma sacolinha.Além de não gastarem, ainda querem ganhar em cima do consumidor. Este acôrdo entre Prefeitura, donos de supermercados e Procon que acha que o povo aceitou por consciência?? O povo nem foi consultado…garanto que nem uma comissão de vereadores foi convidada, para que se pudesse achar outras alternativas…

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